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  A pandemia não acabou A pandemia não acabou. A vacina ainda não foi descoberta.
Soloni Viana 16/09/2020 - 11:30:59
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A pandemia não acabou. A vacina ainda não foi descoberta. O contagio está acontecendo. As pessoas estão se infectando, muitas estão morrendo. O perigo não passou. Estas são verdades absolutas atuais sobre a pandemia causada pelo coronavirus que desde o início do ano está atacando o mundo todo, e já causou centenas de milhares de mortes.
Os números continuam assustando: no Brasil são quatro milhões de casos com quase 130 mil óbitos, em Minas cerca de seis mil mortes, em 230 mil casos positivos. Em Alfenas, já somam 725 casos, atualmente com 132 pessoas positivadas, em isolamento, oito internadas e 28 óbitos.
Há mais de seis meses em "quarentena", a população manifesta cansaço e irritação e começa a sair de casa, frequentando lugares de risco, esquecendo os cuidados fundamentais.
O primeiro fim de semana de setembro mostrou o desespero das pessoas por um pouco de sol e o convívio social. Bares, praias, clubes, feiras e praças ficaram lotadas, em todas as cidades. E os cuidados diminuíram, o que representa um grande risco para todos.
É preciso, dizem os especialistas, reforçar as informações sobre a pandemia, para que as pessoas permaneçam tomando os cuidados necessários e não desistam da vigilância, neste momento em que os números acenam para uma melhora da situação.

"Confundiram flexibilidade com relaxamento", diz a medica do hospital Alzira Velano, Lisangela Muniz Rodrigues Bittencourt, coordenadora do CCIH do Hospital Universitário e professora do curso de medicina da Unifenas.
A médica explica que Alfenas, assim como o sul de Minas está na onda amarela, apresentando índices favoráveis para a abertura de serviços não essenciais. Houve uma flexibilização para o avanço da economia, mas, porém, a população deve ser cautelosa e manter os cuidados essenciais para avançarmos e sairmos da bandeira amarela, passarmos para a bandeira verde e não regredirmos e voltarmos para a bandeira vermelha quando será preciso fazer outro "lock dow", ou seja, fechar tudo novamente.
Entre os cuidados necessários: neste momento a medica cita os principais: evitar aglomerações, não sair de casa sem máscara, continuar a manter um metro e meio de distância das pessoas e o mais importante lavagem de mãos, com água e sabão, várias vezes ao dia e o uso do álcool em gel para entrar e sair de todos lugares. Estamos em uma situação melhor, diz ela, mas não podemos descuidar para não piorar.

Lisangela Bittencourt esclarece que além da lavagem de mãos frequente, o uso de máscaras deve ter cuidados especiais, como a troca de máscara a três horas. "Quando for sair leve uma máscara de reserva, recomenda, explicando " cada pessoa é preciso ter no mínimo cinco máscaras pois é considerado de uso individual , e é se for de tecido, é preciso ser bem lavada com água e sabão. Outra atitude importante que segundo a médica é preciso ser observada é manter uma distância de no mínimo um metro e meio das outras pessoas em todos lugares, especialmente em filas, supermercados, bancos, e feiras ,mesmo ao ar livre.

"Todos nós devemos nos preocupar com a pandemia pois estamos num momento de transmissão comunitária, porém as pessoas obesas , hipertensas , com imunossupressão, ou com problemas respiratórios como asma, DPoc (doenças pulmonar obstrutiva crônica) e os idosos, devem ter cuidado redobrado, sempre".
A médica explica que as pessoas que estiverem apresentando sinais gripais como febre , dor no corpo, dor de garganta, falta de cheiro ,falta de paladar, dor de cabeça , coriza e tosse devem procurar um Pronto Socorro Gripal, para consulta e orientações.


Onda Amarela:é preciso cuidado

A classificação e sinalização por ondas e cores foi feita pelo governo do Estado de Minas, dentro do programa Minas Consciente, para recuperação da economia. As ondas são definidas pelo Comitê de Enfrentamento a pandemia, com base na incidência da covid-19 na localidade, na capacidade de atendimento e na velocidade de avanço da doença.
As cores funcionam como um semáforo: onda vermelha, quando é permitido abrir somente serviços essenciais; amarela, quando serviços não essenciais também são autorizados; e verde, que incluem serviços não essenciais com alto risco de contágio. O Sul de Minas está na onda amarela. E na onda verde, apenas o norte de Minas. Os municípios de maior porte, com mais de 30 mil habitantes, e também aqueles que apresentaram mais de 50 casos por 100 mil habitantes nos últimos 14 dias deverão respeitar as indicações de ondas para as macro ou microrregiões, cabendo aos prefeitos decidirem por qual diretriz optar.

ONDA VERMELHA: As macrorregiões de Saúde Centro, Noroeste, Jequitinhonha, Nordeste, Leste e Vale do Aço estão na onda vermelha.

ONDA AMARELA: As macrorregiões de Saúde Norte, Triângulo do Norte, Triângulo do Sul, Oeste, Sul, Centro-Sul, Sudeste e Leste do Sul apresentaram índices favoráveis para a abertura de serviços não essenciais, contemplados pela onda amarela
ONDA VERDE: Só o Norte de Minas apresentou, até o momento, índices favoráveis para a inclusão na onda verde, que permite a abertura de academias, clubes, cinemas e estúdios de piercings e tatuagens, entre outros serviços. Para avançar para a onda verde, as cidades precisam estar há 28 dias consecutivos na onda amarela, sem sofrer retrocessos durante esse período.
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